terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Aniversário sem charutos.

Os abutres internacionais, donos do capital financeiro pirata sem pátria, estão espalhados pelo mundo mas possuem seus escritórios principais na Inglaterra e nos EUA, de onde dominam as bolsas de valores através das ações que manipulam com suas artimanhas de unir ou separar conglomerados de acordo com as intempéries naturais ou “atentados” terroristas fabricados.

Depois de dezenas de anos observando os acontecimentos mundiais, podemos concluir com certeza que os abutres dos EUA pregam com fervor a igualdade entre os povos. Exceção apenas na hora de repartir os lucros auferidos com sua política que controla a “balança comercial” mundial. Neste instante, os ganhos maiores ficam apenas para um. Mas no momento da crise econômica de alguns companheiros, os “parceiros” (rótulo carinhoso que países endividados recebem como se fosse uma honraria) são recebidos de braços abertos para rachar os prejuízos de seus gananciosos grupos financeiros.

Com esta política internacional, demonstram como desejam ardentemente que os povos sejam igualmente submissos aos seus interesses!

Que lhes vendam (doem) suas fontes de energia por um preço ínfimo, impedindo-os de crescerem economicamente. Assim, todos ficam igualmente perto da miséria, dependendo do bom humor do “grande irmão”. Quem não segue esta política é invadido sob o argumento de que possui “armas químicas” a serviço de supostos terroristas. Fato ocorrido no Iraque onde nada foi exibido e a ONU ficou docilmente em silêncio.

Que não efetuem estudos científicas em seus laboratórios e centros de pesquisas. Assim, ficam igualmente dependentes da avançada tecnologia criada pelos EUA e franqueados através de algumas mentes brilhantes arregimentadas nos países dependentes que não conseguem manter seus técnicos competentes. Em passado recente, sete cientistas brasileiros que desenvolviam novos estudos em lançamentos de satélite faleceram “acidentalmente” num desastre de uma nave no RN por causas até agora ignoradas.

Que editem leis (até corrompem os legisladores locais) em seus países facilitando a penetração de empresas, ONGs e outras entidades em áreas soberanas e restritas a título de ações “humanitárias” e “protetoras” do ambiente (que eles poluem com seus enxofres). Desta forma, todos ficam igualmente vigiados de perto sobre suas atitudes cotidianas para evitar alguma projeção mais acentuada na área em questão. Há alguns anos o décimo segundo andar do edifício sede da Petrobras no RJ foi reservado aos “técnicos” estrangeiros (vigias?) e ganhou até roletas eletrônicas para impedir o trânsito da maioria dos funcionários da própria empresa. A área de Alcântara no RN, quase do tamanho da metade do Piauí, foi “alugada” por mais de 30 anos aos EUA e por lá também não circulam nativos (nem índios vendendo lanches) sem crachá com GPS! A região amazônica está ocupada por uma quantidade de ONGs superior ao número de aldeias indígenas da região! Provavelmente estão mapeando (nem sempre os satélites atravessam as densas árvores) as minas orgânicas e minerais para uma futura “invasão” sob o pretexto de combater “terroristas” colombianos.

Vamos torcer para que futuramente não implantem nenhum tipo de cancela com câmeras na entrada de nossas residências para conferir se em algum momento estamos recebendo mais de 4 visitantes simultaneamente. Tal aglomerado pode representar algum movimento que coloque em risco a soberania da potência do Norte e de seus sócios europeus.

Por época de alguma festividade em nossos lares, provavelmente teremos de solicitar um “visto” com 15 dias de antecedência e teremos de “convidar” um mestre de cerimônias indicado pela ONU para “acompanhar” o clima da festa!
Sem charutos cubanos, é claro!


Haroldo P. Barboza - Vila Isabel / RJ
Autor do livro: Brinque e cresça feliz
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