sábado, 11 de julho de 2009

Lá e cá

29/06/2009

Enquanto nossa atenção fica toda presa nas maracatuaias de Brasilia, há políticos na cidade de São Paulo que seguiram o exemplo dos maiorais e , não fosse a ação do Ministério Público Eleitoral, tudo passaria batido.

Fica-se sabendo agora que a Proresult Serviços Administrativos S/C Ltda. investigada por suspeita de emitir nove notas fiscais "frias" para a campanha do vereador Arselino Tatto (PT/SP), em 2008, devolveu ao mesmo pelo menos R$9 mil reais dos R$ 40 mil pagos por serviços supostamente prestados ao comitê do vereador, valor que foi comprovadamente depositado em sua conta corrente.

Já denunciado à Justiça , Tatto vai responder por crimes de falsificação de documento e uso de documento falso, e se condenado, ficará sujeito a pena de 1 a 5 anos de reclusão, além de poder ser declarado inelegível e até ter seu mandato cassado. Não creio que chegue a ser preso, a nossa lei é muito benévola para com este tipo de criminosos, mas se perder o mandato e for cassado eu, como cidadã paulistana, já me darei por satisfeita. Pois será o início de uma necessária faxina na Câmara Municipal de São Paulo.
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