RACIONAMENTO?
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista ao Estadão disse que muitas coisas não dependem do governo para barrar a inflação. Se o petróleo sobe, o Brasil nada pode fazer. Será? Tempos atrás fomos informados de que a Petrobrás era auto-suficiente, porém o próprio jornal informa que o consumo ameaça a auto-suficiência. Quando a carne e o trigo sobem, o governo diz que nada pode fazer. Quem pode? Será que a exportação não está deixando os brasileiros órfãos de seus produtos? Não será a política caolha que tem feito os produtores exportarem seus produtos, uma vez que no Brasil não conseguem preços melhores? Se tudo vai bem, o mérito é do governo, se vai mal, a culpa é do mundo? A saída que o governo encontrou é conter o consumo. Será que vamos ter controle nas compras, como os cubanos? Pela simpatia deste governo por Fidel Castro, não é difícil acordarmos um dia destes com a comida racionada por meio das chamadas "libretas" de racionamento.
Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br
São Paulo
7 comentários:
Cumprimento a amiga pela ótima carta no "Estadão" de hoje.
Faz muito bem em aproveitar as
oportunidades para bater nesses
bandidos!
Tenha um ótimo dia!
Ênio (Prof.UNESP)
Mais uma vez, tive o grato prazer de ler sua carta no Estadão de hoje. E como sempre, incontestáveis pela clreza e objetividade.
José Silva
Dá-lhes, querida Izabel!
Muito forte e verdadeira sua mensagem!
Parabéns, mais uma vez!
beijinhos,
Lígia Bittencourt
Salve la Gran Comandante Avallone :)))))
Tu hay madado mui bien !!!!!!!!!!!!!
Adorei vc ter citado as "libretas" de racionamento, el libro de cabeceira de los ninos del gran Comandante Fidel :)))))
Eu tinha uno desses libretos, mas sumiu ...
Beijoooooo
Wilson
Cara Dona Izabel:
Claro que, com muita satisfação farei. Porém, meu comentário jamais poderá ser confundido com a sua redação, obra prima de uma verdadeira escritora.
A missão do Governo é conduzir o país. Se for hábilmente conduzido, não haverá perigo de colizão. Se for verdade que somos auto-suficiente na produção do petróleo; não há razão nenhuma para acompanhar o cartel dos famigerados empresários do perigoso ouro negro! Se a competência é uma arma mortal, porque não poderemos usar contra esse pequeno grupo de riquíssimos empresários?
Benone Augusto de Paiva
Olá amiga, fico feliz em vê-la cada vez mais atuante
Meus cumprimentos pelo seu blog e pelos seus comentários no Estadão, sempre muito inteligentes e oportunos.
beijos
Marina
Querida Izabel, o pior é que corremos o risco de usar as "libretas" junto com um livrinho semelhante ao do Mao. Aí, sim, "a coisa irá de Mao a Piao"! ( desculpe o trocadilho)
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