quinta-feira, 24 de junho de 2010

CALA A BOCA, GALVÃO?


Porque “Cala a boca, Galvão!”?
Não se justifica a brincadeira...
Temos em Brasília um falastrão
Que fala e faz muito mais besteira...
Se a África grita Bafana, Bafana.
No braziu é um tal de afana, afana...
Ah! Sei... O Galvão distrai o povo
Eles enchem as cuecas de novo...
Que mer....! Quis dizer meleca
Fazer uma rima com a cueca
De que adianta a cada hora fazer oração
Se todo mês aparece um mensalão,
Ou outro apelido para a corrupção
Anaconda, Sanguessuga, Bancoop
Cai avião e o ministro faz toptop
Cada enxadada, uma minhoca
Milícia e dengue lá pela banda Carioca.
Deixem o Galvão falar errado
É certo dossiê de aloprado?
Vai que é sua, Taffarell...
Põe a escanteio o Celso Daniel?
Tanta coisa que não sai no papel
Mas sai pelo cartão corporativo
Inegável seja esse povo criativo
Não se esqueçam do Toninho
De Campinas ou da Barcelona?
A ONG da mulher do Paulinho
Os terninhos da Prima Dona
Companheiro, por favor, me explica
A única saída é mesmo Cumbica?
E chega de implicar com Dunga
Só porque nos sonega a escalação.
Não falamos nada diante da tunga
Do governo sempre metendo a mão...
Ninguém vai dizer nada, não?
Abre a boca, povão!


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Cordel interativo... Quem tiver mais mote, mande-me
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