terça-feira, 12 de janeiro de 2010

República Soviética do Brasil, todo pudê aos soviétes

Neil Ferreirowski Ferreira.

O ovo da serpente vingou e deu à luz a serpentinha recém-nascida e já atacando, sob a cortina de fumaça da “Lei dos Direitos Humanos”. Direitos Humanos my ass, são Direitos dus Manos, us manos cumpanheros no pudê, agora promovidos a “Camaradas”, tovarishes na língua da sua (delles) Mãe Pátria Rússia.
É a "República Soviética do Brasil" com todo o pudê aos soviétes, filhote da palavra russa soviet, que quer dizer “conselho”. Soviéte Sindicalista, Soviéte da Cut, da Une, do Mst, Soviéte das Estatais, o pudê mora no soviéte. Russo será a lingua quase oficial, “lá em cima” é oficial desde já.
Não é “República Bolivariana do Brasil”. O cumpañero Tchávez, Pai e Mãe da bolivarianice, é muderrrno demais perto dos nossos golpistas de ex-querda. Rico, tem petróleo. O máximo que os nossos chegaram em muderrrrnidad foi no ex-comadante em rrréfe Fidel. São stalinistas fiéis praticantes, embora não confessem.
A nomenklatura crisma-a “Soviética”com entusiasmo, sendo “nomenklatura” outra palavra russa que significa “zelite no pudê”. Contém doce homenagem à Vovó Patria Rússia, eu queria escrever em russo mas meu teclado não tem aqueles “R” ao contrário.
Era CCCP, como víamos nas camisas da “nossa” seleção nas Copas do Mundo, Soiús Sovietskíh Socialistitchieskih Riespublik, URSS aqui, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
“Soviética”, permanece, parente de sangue que é. “Socialista”caiu, por ser falso. O país cumpanheral nada tem de “Socialista”, segue as teorias do stalinista histórico Comissário Dirceuzov, Socialista de Mercado e Milionário do Povo, sua palavra de ordem é “A melhor coisa do Socialismo é ser Capitalista”.
Recebemos diretrizes pragmáticas de outro novo Milionário do Povo, Lullinha Lullovitch (Lullinha filho de Lullowski), craque na arte de fabricar dinheiro, talequá Daniel Dantas. Orgulhoso, definiu-o seu Pai “É o Ronaldinho Gaúcho dos Negócios”.
A “Lei dos Direitos Humanos não é “Lei”. É uma reforma da Constituição imposta na calada do Natal, um golpe de Estado, pronunciamiento tosco, típico latrinoamericano.
É o AI – 5 do Comitê Central do Politburo de hoje, que se fingiu de morto e derrotou os milicos que o derrotaram ontem. Venceu a batalha que dissimulou perder. Exibe-se, dono da chave do cofre que usa sem pejo nem moderação, para sacar.
Criou-se a partir dessa “Lei”outro país com outros sistemas político e econômico. “Estado Novo”, como o do agora endeusado ditador Getúlio, vaporizados os horrores da sua Polícia Secreta “Polaca”, aprendiz da “Tcheka” russa.
Xerox da China do Camarada Hu, sinaliza tremenda fechadura política a patrocinar tremenda abertura econômica, para festa da banquerada.
A “Lei” assassina a Lei da Anistia, que ajudou a curar feridas do passado, e prevalece cruel revanchismo, com perseguições e patrulhamentos, além do fim da propriedade privada no campo no que diz respeito às invasões do Mst, agora tomadas pelo seu real valor de face – expropriações dadas como legais, cruentas.
A "Comissão da Verdade" determinará o que é a Verdade e o que não é. Pilatos perguntou a Cristo “O que é a Verdade”, Cristo vacilou, mas os tovarishes aqui sabem mais, sabem tudo.
A Verdade sairá pronta e acabada direta do KGB, Comitê de Segurança do Estado, alma mater do Comissário Dirceuzov, que mentiu estudar guerrilha em Cuba, mas que nada, qual Putin é cria do KGB, filial de Havana, há testemunhas cumpanheirais, colegas de classe que a tudo viram.
A “troika”, outra palavra russa -- (1) o sequestrador Fanklin Martinszowski, dito “Rasputin da Czarina Dilma”, a assaltante que ambiciona ser Krupskaya, lider feminista e agitadora que declarou orgulhar-se de lavar as cuecas de Lênin; (2) o terrorista Vanuchicov, ambos recebem luzes de“Top Top” Garciowski, cérebro do Fórowski de São Paulowski, Lavrentiy Beria desta Nova Classe; (3) Juca Ferreirowski, gramcistov, ministro da (in)Cultura; a intelligentzia (mais palavra russa) no pudê.
“Top Top Garciowski” segundo a “Veja” é parelho do bandido Beria, que armou os expugos em que Stalin mandou para o beleléu ou para o Gulag uns 10 milhões de adversários. Foi também expurgado, condenado e executado num desses “pogroms”, 3 meses depois da morte de Stalin.
À Juca Ferreirowski atribuiu-se função semelhante a de Plekhanov, economista, terrorista e dono da verdade. Uma das suas obrigações é determinar se a Arte está à serviço da Revolução Proletária e da educação do povo, como a trilha de “2 filhos de Francisco”, por exemplo. Ferreirowski, ministro da (in)Cultura, determina que grana oficiail vá para obrar a defesa da ideologia cumpanhera, como o filme do Lulla que mordeu 40 Mi.
Tovarish Lullowski pariu o Decreto Imperial. Reinaldo Azevedo, José Nêumanne e Mara Montezuma tacaram fogo no circo: “É a mais perigosa casca de banana que Lullowski atirou no caminho da Democracia.” Estadão e Falha de S. Paulo demoraram até domingo para abrir os biquinhos canoros. A patuleia calou-se.
Maiakowski advertiu “Primeiro eles arrancam as flores do seu jardim e você não diz nada...”
GRITAR É PRECISO.

Neil Ferreira
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