quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A barbárie xiita na UniTALEBAN

(fonte: escrevalolaescreva.blogspot.com/2009)

Neil google o akbar Ferreira.

(Abro parênteses para a explicar a minha assinatura. Google todo mundo sabe o que é, “o akbar” quer dizer “é grande”, “é único”. É a expressão que acompaha o nome de Allah nas pias orações diárias ou nas mais explosivas. “Allah o akbar”, Allah é grande, Allah é único. “Google o akbar”, Google é grande, Google é único. Fecha.)
Se procurar no Houaiss, xiita é outra coisa. Aqui para nós em bom brasilês, xiita no uso diário passou a ser o indivíduo radical de faca nos dentes, disposto a fazer o inimigo morrer por sua crença -- a do xiita, que mata por ela; a do inimigo, o xiita quer forçá-lo a morrer pela dele. Matam e tratam de não morrer, heróis da causa para a qual nasceram, foram treinados e vivem.
A UniTALEBAN do ABC, Santo André, São Bernardo e São Caetano, é uma universidade paga, que abriga alunos das crasses mérdias- médias e mérdias- altas da região. A catiguria, se mérdia-média ou mérdia-alta, é dada pelo critério econômico, não o intelectual ou mental.
Para separar os do andar de cima dos do andar mais abaixo, contam-se quantos celulares o aluno ou aluna têm, não quantos livros leram, “O pensamento vivo da Luciana Gimenes” contaria pontos. Em quantas baladas atravessaram ecstasyados as noitadas da semana, não em quantas manhãs madrugaram ao meio-dia para enfrentar uma sala de aula, a da “Escolinha do Barulho” do Sidney Magal contaria pontos. Se era zerinho ou detonado o carro que o papy deu, por “se matarem para passar no vestiba”. Aceitos no templo UniTALEBÂNico, são consagrados à carrière.
Ao fim do curso, serão xiitas diplomados que no futuro servirão de mestres a novos xiitas. Darão luz a outros xiitinhas enquanto não se formam, com variegada coleção de papais curtos de mesada, forçados a economizarem nas camisinhas. As crias restarão aos doces cuidados do vovô e da vovó.
Multiplicam-se como gafanhotos em quantidade, velocidade, capacidade destruidora e saúde física. São como cientistas políticos que, formados, servem para formar novos e mais perigosos cientistas plíticos.
Têm apenas uma obrigação com a fraternidade da qual fazem parte, que deve ser cumprida à risca pelas fêmeas da espécie, sob pena de risco de apedrejamento -- usar burka, cobrirem-se inteirinhas de alto a baixo, nem os olhos podem mostrar porque, teme-se, cheios de volúpia e promessas pecaminosas. Procriam sem revelar o rosto e os olhos, levanta-se a burka até a cabeça com toda inocência, libera-se apenas o essencial e tudo processa-se em pleno anonimato, não se sabe quem comeu quem.
A UniTALEBAN e seus noviços rebeldes invadiram o noticiário de supresa, e o mané aqui de repente era o único do mundo que, obediente às leis locais, “num tinha visto nada, nem num çabia di nada” (sic, Premero Inunssiado do Cara).
Chamei o Google em meu auxílio em substituição ao incansável Santo Expedito, de incontáveis serviços prestados, a quem agradecia espalhando proibidas mas merecidas faixas pelas ruas do meu bairro “Agradeço a Santo Expedito pela graça alcançada”.
Googlei “youtube universitária de minissaia” (anote e faça como eu fiz). Veio como resposta um vídeo curto porém intenso, cheio de detalhes assustadores. Mais de dois milhões de viventes tinham estado lá antes de mim, viram o horror, o horror, copiaram o link e espalharam-no para outros tantos milhões, que agora vomitam só de ouvir falar no assunto. Quantos milhões seriam hoje os que viram, nem calculo. Em 23 segundos, minha fé neste país desabou. O seu estômago também vai virar.
UniTALEBNistas do ABC, às centenas e em covardes multidões, foram filmados ameaçando linchar uma colega que foi às aulas de minissaia, aos urros de “P*TA!”, “P*TA!”, “P*TA!” Foi salva pela PM.
ABC é rica região industrial de São Paulo, berço da fortíssima indústria automobilística, do Sindicato dos Metalúrgicos mais forte ainda, do lulla líder sindical mais forte ainda e da religião lullopetista mais forte ainda. Ninho das serpentes que chocaram os ovos daqueles “mais de 80%”.
Agora é berço da “neo” zelite de estudantes da extrema direita moralista, filhos da nova sociedade originada na classe operária, forjada na extrema ex-querda em greves ditas heróicas durante o regime militar.
Jovens de extrema direita, filhos de operários de extrema ex-querda ? Os “Camisas Neras” do Mussolini eram, e também os “Camisas Pardas” do Hitler, as “Brigadas Vermelhas” italianas do assassino Batistti, novo ídolo do petismo, os uniTALEBANistas do ABC.
Os machos uniTALEBÂNicos vingam-se das suas mães, todas no seu tempo minissaístas militantes, há vergonhosas fotos rememorativas, saias quase nas bundinhas, verdadeiros convites,“P*TAS !” “P*TAS !” “P*TAS !”.
Sendo filhos delas, predestinam-se a gloriosas carreiras em Brasília. Por geografia, são do ABC, carregam o DNA duzômi nu pudê”. Nelson Rodrigues profetizou: “O dia em que os piores perceberem que são maioria, tomam o poder”. Já tomaram. Falo a verdade e fujo correndo, agradeço ao Google a graça alcançada.
TODO PODER À BAIXARIA.
Postar um comentário