sexta-feira, 8 de maio de 2009

SOCIEDADE QUER CANDIDATO QUE PENSE NO COLETIVO

Sociedade quer candidato que pense no coletivo- publicada no Jornal da Tarde em 07 de maio de 2009

Apesar do atraso político da população em geral e dos parlamentares em particular, tudo que se pode esperar a respeito do proveito a ser tirado da doença da candidate Dilma Rousseff guarda relação ao caso do vice-presidente Jose Alencar, que no posto de servir ao Brasil mais foi servido graças aos cuidados médicos a que foi submetido a cada necessidade de se extrair um tumor. A mesma sorte não tem tido a população, refém de uma política que se destina conceder privilégios a uma minoria nos planos de saúde e outros benefícios inatingíveis pelos sem planos e dependentes do atendimento público. Por pior que seja a doença, com tantos recursos, a medicina consegue adiar a vida dos privilegiados. O povo brasileiro hospitaleiro e acolhedor ainda não se deu conta de como é manipulado por seu comportamento humano. Apostando no coração mole do povo brasileiro, o governo espera que a população vá se debulhar em lágrimas caso a doençaa da ministra evolua para um quadro dramático. Foi assim no caso Tancredo Neves, transformado em herói e cuja consequência foi o desastroso governo Sarney elevando a inflação à casa dos 80%. Como disse Gaudêncio Torquato em seu artigo “saúde, solidariedade e voto” candidato bom e aquele que desperta sonhos e alimenta esperanças. Com a crise batendo em todos os lares, o eleitor ficará de olho no candidato que oferecer emprego, salário, alimento, saúde e moradia, promessas fáceis de serem feitas, porém difíceis de serem cumpridas haja vista os quase oito anos do governo Lula onde a marolinha chegou arrasando a economia, derrubando empregos, inviabilizando o consumo e as promessas de melhoria nas áreas essenciais só ficaram no papel. Prometer e não fazer tem sérias consequências para a sociedade que está exausta de ser esfolada por pagar altos impostos e náo ter retorno algum.
Izabel Avallone
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