Segundo o articulista Denis Rosenfield em 14 de julho deste ano a Funai editou seis portarias visando à demarcação de terras indígenas em Mato Grosso do Sul, abrangendo 26 municípios cuja área total corresponde a um terço do território estadual.
Trata-se de uma região fértil densamente ocupada por produtores com títulos de propriedade e lá instalados há anos , região esta que, segundo a Funai, passará a pertencer aos indios .
Tudo sendo retalhado e recosturado em cima de mapas como se o Brasil fosse uma vastidão desabitada e estivesse sendo descoberto agora, no século XXI. Uma coisa esdrúxula!
Num momento mundial em que se discute a crise de alimentação para os povos do planeta como um todo, vem o governo Lulla desestabilizar economica, politica e socialmente uma região vital para o agronegócio brasileiro.
Por mais que eu me esforce em busca de um escopo razoável que justifique tamanha sandice, só posso concluir mesmo que a meta seja simplesmente essa : a de forçar a desestabilização da sociedade brasileira através do fomento de uma tamanha crise sócio-politico-economica que acabe por finalmente justificar um golpe do próprio governo visando eternizar o lulopetismo no poder.
É melhor colocarmos as barbas de molho...pois aí tem!
2 comentários:
Querida Mara, a coisa está evidente. Estão sendo desestabilizados os poderes legislativo e judiciário. As Forças Armadas. A Polícia Federal. O Agronegócio. De outro lado os fora-da-lei como MST, Farcs, políticos envolvidos com o narcotráfico e empresários falidos amigos do governo estão sendo protegidos. Isso é um método. Isso é uma estratégia. Só não vê quem não quer. E a reação está demorando. Estou preocupado, viu?
UM abraço e parabéns pela resistência. Luciano Pires.
Mara, o PT se preparou muito bem durante todo este tempo em que esperou a chance de assumir o poder. Como viu que o brasileiro não gosta de força e violência como métodos de ascenção política, veio assim meio sonso, com um jeitinho "mineirim" e foi aparelhando tudo,. Agora que já são imensa maioria, preparam a dissolução da nação e do solo brasileiro, germinando a discórdia, incentivando a luta de classes, de "raças", semeando a inveja e o ódio entre irmãos. Quando o caldeirão estiver insuportável, fazem um golpe, uma revolução, se apresentando como os salvadores da pátria e restabelecendo a união, só que desta vez num outro modelo político, a ditadura socialista.
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