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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Diplomacia antidiplomática

(Texto em portugues e espanhol)

Ser brasileiros, nos últimos anos, nos dá um travo amargo na alma , tanto pelo mar de corrupção que ameaça afogar toda a nação, como pela rejeição que sofremos ao tentar entrar , legalmente ou não , em países do primeiro mundo.
Um inédito sentimento de vergonha nos turva o orgulho da brasilidade nativa.
Há pouco tempo assistimos o vexame de brasileiros no aeroporto de Barajas, porta de entrada para UE, tratados como refugos humanos e indesejáveis na Espanha.
Agora a questão é com a Inglaterra que nas últimas décadas se viu invadida por levas de imigrantes e se vê forçada, para defender interesses internos, a impor medidas ao Brasil que , pelo seu radicalismo, não dá para serem aceitas de pronto sem maiores negociações.
Este país impõe como condição para a entrada de brasileiros na Inglaterra que policiais ingleses trabalhem junto aos nossos em aeroportos do Brasil...o que é inadmissível.
Mas há caminhos de negociações diplomáticas que possam resolver melhor esta questão e encontrar soluções compatíveis a ambos os lados.
Porem a diplomacia brasileira, de forma imatura e eivada de nacionalismo infantil, responde simplesmente prometendo retaliação.
Ora, retaliar o quê se os turistas ingleses - diferentemente da maioria de brasileiros que vão para a Inglaterra - nos trazem dinheiro que movimenta a nossa ainda precária indústria do turismo, já bastante abalada com a violência que grassa pelo país?
Somos nós que precisamos deles, não o inverso.
O Itamarati ultimamente não tem representado a voz dos brasileiros em suas decisões, mas tão somente a ideologia de um partido populista que está , de passagem, no poder.
A verdade é que o mundo está em transição e EUA e Europa buscam soluções para suas crises internas. Sem levar isto em consideração e o Itamarati tratar infantilmente com governos como se estivesse tratando com moleques é expor o Brasil à mais uma vergonha em âmbito internacional.

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Ser brasileño, en los ultimos años resulta en un gusto amargo en el alma, tanto por la mar de corrupción que amenaza ahogarnos, como por el rechazo que sufrimos al intentarmos llegar, de manera legal o no, en países del primer mundo.
Un inédito sentimiento de verguenza nos turba el orgullo de "brasilidad" innato.
Hace poco acompañamos la vejación de brasileños en el aeropuerto de Barajas, puerta de entrada para la UE, rechazados como personas poco recomendables por el govierno español.
Ahora el problema es con Inglatera, que en las ultimas décadas fué invadida por mareas de inmigrantes y ahora se ve obligada, para defender intereses internos, a establecer medidas que, por su intransigencia, no pueden ser aceptas de pronto sin otras tratativas.
Este país impone como condición para entrada de brasileños en su territorio, que policias ingleses trabajen junto a los nuestros em aeropuertos de Brasil, lo que no es razonable.
Pero habrán caminos diplomáticos que podrán traer una solución digna para los dos paises.
Desgraciadamente, la diplomacia brasileña, atraves de Itamarati, de manera inmatura y llena de nacionalismo infantil, contesta Inglaterra metendo la pata, con promesas de igual tratamiento para los turistas ingleses que vengan a Brasil.
Sucede que los ingleses, al contrario de los brasileños que buscan trabajo en Inglaterra, llegan acá con dinero que resultará en el desarrollo de nuestro turismo ya tan derrumbado por la violencia que existe en Brasil. Brasil necesita de los ingleses, no el contrário.
En los ultimos años Itamarati no há representado la verdadera voz de los brasileños en sus decisiones, pero tan solamente la voz de la ideologia de un partido populista que está, por algun tiempo, en el poder.La verdade es que el mundo está en cambio y EUA y Europa buscan soluciones para sus crisis internas. Sin considerarse esto e Itamarati continuar a tratar infantilmente con gobiernos como se estuvieran tratando con chavales, Brasil pasará verguenza perante el mundo.

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