domingo, 13 de julho de 2008
Justiça para os poderosos
às
00:12
Seria cômico se não fosse trágico, repetindo velho chavão, a condução do caso do banqueiro Dantas. Se apelarmos para outro adágio, onde há fumaça, há fogo, um mero espectador como eu pode concluir, que quem tem padrinho não morre pagão. Lembro-me de um personagem humoristico, no caso um padre com sotaque italiano, que se recusava a casar os noivos, para evitar o "casa-separa-casa-separa, inton io no caso". Parecendo briguinha infantil, para um caso tão sério e que deveria ser exemplar, assisto desconfortalvemente, este "prende-solta-prende-solta". Como entender que um juiz que acredito, tenha lido todo o processo, longo por sinal, emite uma ordem de prisão, contra alguém que há anos frequenta as páginas dos jornais, sempre envolvido em questões no minino "sui generis" e um tanto nebulosas envolvendo personalidades do alto escalão da administração pública, tem sua orientação contestada por um também juiz, de instância superior, e de forma tão rápdia e ríspida. Nunca é demais lembrar que o Brasil está fazendo todo esforço, ou pelo menos deveria, para repatriar não só outro notório banqueiro que se locupletou com o dinheiro do povo, bem como forturnas depositadas em paraísos fiscais, fruto de superfaturamente de obras públicas e outros que tais, e quanta dificuldade enfrenta. Que não permitamos que nova situação, muitas vezes de difícil solução, seja criada. E que os pratos da balança que representa a justiça se mantenham em total equilíbrio. É o que o povo brasileiro espera espera que se faça
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Um comentário:
Muito bom você ter lembrado do "casa-separa-casa-separa"!
O que está acontecendo é vergonha - uma atrás da outra!
Até quando, querido amigo Luíz?
beijinhos,
Lígia Bittencourt
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