quarta-feira, 7 de abril de 2010

Paixão estatizante

07/04/2010


Quando sobreveio a mais recente crise economica mundial vários esquerdistas se rejubilaram pela internet com o que eles chamaram de morte do capitalismo selvagem e do neo liberalismo. Contrariando os vaticínios azíagos dessa gente, a economia vem se recompondo devagar pelo mundo afora, a mostrar que o capitalismo tem sim seus riscos , mas que sua capacidade de recuperação exitosa é uma verdade incontestável.

Agora me pergunto: em qual país do mundo o socialismo marxista criou uma economia forte com uma sociedade que realmente desfrutasse dela? Onde foi que ele deu certo criando riquezas e distribuindo fartura de maneira equânime para a população que vive sob esse regime? Até mesmo na antiga União Soviética , o que havia era um Estado gigante , rico e muito bem armado, dirigido por uma elite política muito poderosa e rica que vivia no bem-bom desfrutando de suas dashas e casas de praia no Mar Negro, enquanto o grosso da população passava a vida disputando lugar nas filas de produtos básicos para viver mal e porcamente.

A China mesmo só criou condições de desenvolvimento quando mesclou medidas economicas próprias do mundo capitalista com o comunismo de estado.

E agora, aqui no Brasil, assistimos Lula e Dilma, num claro retrocesso, se colocarem contra as privatizações de empresas como a Vale e a Embraer, que só passaram a ter projeção no exterior após sair das mãos do Estado.

Lula em entrevista diz que dois mandatos para ele está de bom tamanho, apesar de não ter conseguido fazer tudo...e já mostrando uma pena incrível de deixar o poder...Por sua vez, a revista The Economist nos mostra em artigo que Lula está caído de amores pelo retrocesso estatizante e pelo "ninguem segura este país".

Será que o que ficou faltando Lula fazer será tarefa de sua preposta candidata, que, sob sua batuta, realizará o terceiro mandato de Lula por vias tortas?
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