As notícias são desalentadoras: só na capa do Estadão temos: 1. "Podemos ter uma bolha agrícola" - a queda dos preços das commodities, tornará as dívidas contraídas pelos agricultores um problema para o Brasil; 2. "Uma certa Hecatombe", análise de Celso Ming, nos põe a par que com a súbida do dólar, será difícil conter a inflação, que já nos rondava antes das segundas-feiras de pânico; 3. "Ameaça a Petrobrás cresce no Equador", com o chanceler Celso Amorim declarando que o Brasil busca "soluções pragmáticas", para o ímpasse: com a postura covarde, e a alegria do encontro de Manaus - estampada na foto dos jornais - dá para imaginar que os trouxas dos contribuintes vão continuar pagando as contas das benesses concedidas aos hermanitos.
E o nosso presiMente, com sua visão estratégica e de longo alcance do grande visionário, que acredita ser, por estar inquilino da Ilha da Fantasia, conhecedor profundo de todos os assuntos, mandou seus subordinados agirem para debelar a crise na economia por quê? Porque o Natal está aí! E como o "homi" gosta de trabalhar, lá foi ele para cima dos palanques ou caminhões em carreata para garantir votos para seus apaniguados, especialmente em S.Paulo e S.Bernardo do Campo. No segundo turno, entre uma carreata e outra, a bordo do "seu" brinquedinho predileto vai fazer mais uma turnezinha: Espanha, Índia e Moçambique.
É triste a perspectiva para os próximos meses, mas a esperança é que depois da tormenta, o povo brasileiro - especialmente os "i-LULA-dos" comecem a perceber que esse que se arroga semelhanças até com Jesus Cristo, não é nenhum salvador da pátria e sim um embusteiro, aproveitador dos carentes para obter o poder a custa de esmola.
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