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sábado, 4 de outubro de 2008

Geraldo "lulla tudo bem" Alckmin: Minha teoria da Conspiração!

Nxxl anônimo Fxxxxxxa.
Achei este texto dentro de uma garrafa vazia jogada numa praiazinha selvagem, que os civilizados largam imunda quando vão embora.
Reproduzo-o aqui, guardei o original no cofre de um banco do paraíso fiscal em que duda mendonça recebeu seus merecidos dólares sujos e ilegais pela suja campanha mentirosa que fez para o lulla em 2002, na qual obrou o maior estelionato eleitoral nunca antes visto nesse pais, o “lullinha paz e amor”.
Relembro o paraíso fiscal, os dólares sujos, a posterior lavagem e duda porque esse crime eleitoral, passível de impeachment, confessado ao vivo e em lágrimas pelo criminoso na tevê Senado, foi esquecido. Eu sou zelite e velho elefante, não esqueço.
Vamos tentar entender o Geraldo “lulla tudo bem” Alckmin.
Vamos desvendar o seu “Plano B”, que existe, pode apostar.

Todo mundo deu um palpite explicativo. Comentaristas políticos, esportivos, de gastronomia, de viagens, do tempo, de economia, humoristas, vizinhos, barbeiros, feirantes, motoristas de táxi, bichas cabeleireiras, comadres fofoqueiras, padres aos cochichos com virginais coroinhas.
Rabinos guardiães do saber milenar do Torá, conselheiros do camarada presidente Hu, da China comuno-capitalista, esse um mistério inexplicável.
Depois das manobras desastradas que fez, Alckmin voou na garganta
do Kassab, destruiu uma aliança vencedora, ressuscitou a martaxa relaxa
e goza, deu sobrevida a ela, morta que estava, e a chance de nadar de braçada enquanto engalfinhava-se com Kassab.
Despencou no Ibope e no Datafolha, parece que disparou um tiro calibre 12 no pé. Tiro no próprio pé ? É ruim, hein.
Na política nada é o que parece, lulla é o que parece ?
Médico, sabia que o tiro no pé não era fatal e nem no alvo principal, foi um tiro diversionista. O alvo principal era fácil de atingir, parecia distraído.

O alvo é o Serra, com um balaço que não é mortal mas que o incapacitaria para sempre. Se Paris vale uma missa, uma bala no Serra vale um pé do Alckmin.

O trato antigo era a aliança PSDB/DEM -- martaxa, lulla e Alckmin chamam os DEMs de DEMOs, demônios, falam a mesma lingua,coincidência, linguagem unificada, centralismo democrático ?
Serra e Kassab aplicam surra histórica em lulla & martaxa. Serra sai para governador, dá outro cacete em lulla & merdacante, nocaute espetacular no 1o. round. Kassab permanece prefeito e tentaria a reeleição.
No Brasileirão de 2010, imbatíveis, Serra sai para presidente e Alckmin para governador. Era o combinado.
Mas Alckmin melou. Melou por que? Por que melou? (bis).

Aécim peçonhou-lhe no frágil bestunto que ele, Aécim, sai candidato
em 2010 com apoio do lulla por debaixo dos panos . Serra fica para
uma reeleição garantida em São Paulo, deixando-o chupando o dedo, desempregado.

Se lulla desistir do 3o. mandato agora, o que duvido, não tem candidato na sua quadrilha para enfrentar o Serra.
Eleito, Serra desmancha o lullopetismo corrupto que se apossou do Estado.

Destrua-se, então, o Serra a qualquer preço. Delenda Serra !

O preço mais baixo é lulla sinalizar para os Dois Neurônios do Aécim que ele será o lullismo sem lulla. Senta-se ao trono sem mexer em nada até 2014.
Guarda-o até a volta triunfal de Louis 51. Com a Constituição modificada, sagra-se Sua Napoleônica Majestade Imperador Eterno, para gritar ao Atlântico Norte que ruge, da proa do Titanic “Eu sou o Rei do Universo !” Todos sabemos o fim do Titanic, dos passageiros e da tripulação.

Os Dois Neurônios do Aécim conectaram-se com o Único Neurônio
do Alckmin, dispara-se míssil humano contra o Serra.

Alckmin mergulha numa vingança antecipada contra a rasteira fictícia que Serra lhe daria num futuro improvável. Fingia esmigalhar Kassab, queria era acabar com o Serra.
Ignorou Don Corleone, que recomendou que tal acepipe fosse degustado frio
e devorou-o fervendo.

Se tudo correr bem, Alckmin vai para o 2º. turno com a martaxa relaxa e goza e ganha. Seu cacife dobra dentro do PSDB, fica da altura do Serra, pode encará-lo olho no olho. Se correr mal e perder, tudo correu bem. Fica lá um corpo estendido no chão, a candidatura Serra para presidente em 2010. Alckmin conseguiu seu objetivo, destruiu Serra.

Mas tudo parece que correu péssimo. As últimas pesquisas indicam que Alckmin não chega ao 2º. turno, o tiro que deu no seu pé para acertar Serra não acertou, gangrenou seu pé, quem sabe sua perna, quem sabe vem aí amputação, trombose, risco de morte política em vida, certo ? Errado.

“Plano B”.
Alckmin busca abrigo no PSB do boquirroto Ciro Gomes, inimigo mortal de Serra, que o destruiu na campanha de 2002.

O presidente do partido, Eduardo Campos, governador de Pernambuco e neto do Arrais, faz intenso lobby junto aos cumpanheros para Alckmin ser aceito e ir pensar seus ferimentos à sombra de um partideco da base do governo. Campos apresentará a lulla um troféu valioso, um ex-comandante da oposicinha, destroçado, sim, mas ainda com algum cacife.

Em reforço a essa nebulosa situação, está na coluna do Carlos Humberto (ex-porta voz do collor, não sei se isso desqualifica-o como fonte) a mega fofoca atribuindo ao Alckmin a decisão de apoiar martaxa relaxa e goza no 2º. turno, o que explica porque ele a ressuscitou e passou a campanha inteira poupando-a e atacando o Kassab. Farinhas do mesmo saco.

Enquanto Ciro, o boquirroto, articula estratégias contra Serra, desenha-se um destino para Alckmin, rebaixado para a segundona e com um brilhante futuro atrás dele.

(Un)Happy End:
No PSB de São Paulo, Alckmin candidata-se a ser... outra Erundina.

ADVERTÊNCIA:
ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO.
QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA.

Um comentário:

Lígia Bittencourt disse...

Querido Amigo Neil....

Ficção? Sua última previsão sobre "Martaxa" está sendo concretizada, portanto....olha aí o que nos espera!

beijinhos,

Lígia Bittencourt