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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Raposa...velha...

Assisti pela televisão ao depoimento de uma "índia" devidamente pintada e a bordo de seu diploma de advogada, trajada com roupas comuns como qualquer outra mulher brasileira, sobre a questão do momento. Agora, me pergunto mais uma vez: o que ela tem de diferente de mim e de todos nós, o restante do povo brasileiro, para que sua turma tenha direitos diferenciados? Alguém precisa abrir esse baú de segundas (terceiras, quartas...) intenções que abriga esse negócio surrado de "nação indígena" e inserir esse pessoal nas demais realidades do país, já que eles já estudam, têm tv a cabo, aparelho de som, computador e discurso afiado... Vamos parar com essa brincadeira!

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