MST invade sedes do Incra em várias regiões do país, se abancando em prédios públicos como se fossem propriedades deles. Fazem isto para evitar as ações indenizatórias movidas por proprietários de fazendas invadidas e depredadas contra este movimento bandoleiro, que singelamente alega não ter dinheiro para pagá-las. Ora, é sabido que o MST não possui mesmo conta em banco por não querer ter personalidade jurídica para assim não ser obrigado a assumir responsabilidades por seus atos de vadalismo.Mas dinheiro existe, e muito, para custear suas estrepolias e esse vem , alem de ONGs estrangeiras , de recursos que o proprio governo brasileiro direciona , através de várias entidades, para o movimento.
As entidades com personalidade jurídica que fazem a parte legal de receber e repassar esses recursos são:
ANCA - Associação Nacional de Cooperação Agrícola;
CONCRAB - Confederação das Cooperativas da Reforma Agrária;
ITERRA - Instituto técnico de Capacitação , Pesquisa e Reforma Agrária;
Ao que parece as sedes são todas em São Paulo.E dinheiro para o MLST, aquele do amigo do Lulla que invadiu e quebrou o Congresso vem da ANARA - Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária.
Um dos líderes, identificado apenas como Tadeu, afirmou à imprensa que só deixarão os prédios depois de serem atendidos, em todas as reivindicações. "Não vamos mais ocupar fazendas, estamos dispostos a protestar sempre com ocupações do Incra ou de outros prédios públicos".Parece que as entidades distribuidoras de recursos ao MST chiaram com seus integrantes por correrem o risco de ter que desembolsar dinheiro para pagar as indenizações...Porém, prédio público é patrimônio de todos, inclusive meu, e no caso não estou disposta a ver impassível o que é meu invadido por pessoas sob pretexto algum.
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