Secretários de Educação reunidos querem propor mudanças no novo piso salarial nacional proposto para os professores e assinado por Lula, sob a alegação de que os Estados não teriam como suportar essa nova "despesa".
Em 2006, o traficante Marcola deu uma entrevista apavorante para o jornal O Globo, em que analisou a questão do poder do tráfico de drogas e disse que, no início da proliferação das favelas, dos miseráveis, a sociedade, os governos, não fizeram nada para deter o avanço da pobreza, para socorrê-los, não deram atenção ao problema. Assim, na análise dele, o problema cresceu, se avolumou e que, agora pois, "estamos diante do insolúvel". Para concluir, expõe a crua realidade brasileira atual, em função do desleixo geral: "Estamos todos no inferno".
Transposta para a Educação, quando da implantação da lei 5692, no início dos anos 60, absolutamente ninguém deitou olhos sobre a "revolução" que se estava operando na escola brasileira. Tudo parece indicar que estejamos agora, também na escola, diante do insolúvel. Pior: parece que já estamos todos no inferno educacional...
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