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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Mundo em perigo – 14 de julho de 2008

Extremamente preocupante a situação que se antevê para o Oriente Médio com a escalada nuclear de países não democráticos, e principalmente por governantes movidos pelo ódio. Não conheço nenhuma situação de guerra que tenha resolvido algum tipo de conflito ou desavenças, principalmente por que sempre haverá ressentimentos por parte dos perdedores, que alimentam espírito de revanche. Certamente a frase atribuída à Albert Einstein, “eu não sei com que armas será travada a 3ª Guerra Mundial, mas a 4ª será travada com paus e pedras” não tem servido de alerta, para aqueles que não enxergam que a negociação em busca de paz duradoura, é a única saída para o futuro da humanidade, pois não há quem escape das conseqüências de uma hecatombe nuclear.

Pane no Speedy – 14 de julho de 2008

A Telefônica anuncia, de comum acordo com o Ministério Público Estadual e o Procom, que irá “conceder” desconto das mensalidades dos assinantes do “slowly” digo speedy, como forma de indenização pela pane ocorrida nos dias 02e 03 de Julho. Desde já deixo registrado que não me sinto devidamente compensado pelos transtornos que me foram causados. Não porque perdi algum grande negócio, não deixei de comprar ou vender nada, mas sim porque fiquei privado de um dos meus direitos mais sagrados, que é a comunicação. Porque fiquei totalmente desinformado pela incompetência e indiferença dos dirigentes desta “tele” e pela total negligência da ANATEL, agência que deveria e não o faz, controlar e supervisionar o funcionamento deste serviço essencial e principalmente porque ficou ausente do meu cotidiano o revigorante contato com queridos amigos e amigas da rede mundial, em especial um querido e admirado amigo que é vitima e “refém” da Telefônica nas 24 horas do dia. Nós brasileiros pagamos preço de “grife” por alguns serviços e recebemos qualidade de falsificado. Até quando?

Agora é a hora - 14 de julho de 2008

Manchete do Estadão de domingo: “Consumo ameaça a auto-suficiência”. Nas páginas internas entrevista do ministro da economia do Brasil, Guido Mantega, que afirma: que o desafio é "combater a inflação sem abortar o crescimento" e atribui a inflação mundial e a brasileira ao choque de preços das commodities agrícolas, metálicas e do petróleo. Para quem, como nosso presidente Lula e seus ministros, a crise americana e a do resto do mundo passaria ao largo do Brasil, é a hora de mostrar a tão decantada competência administrativa ou então confirmar opiniões, que diziam que enquanto o mundo ia bem, o Brasil ia mais ou menos, haja vista as taxas de crescimento do PIB, e que o atual governo é bom de gogó e péssimo de ação.

Bafômetros – 19 de julho de 2008
Como seria bom se existissem “bafômetros” que avaliassem o grau de honestinade, ética, disposição para o trabalhao, competência e a corruptabilidade dos cidadãos que se apresentam para exercer cargos públicos, eletivos ou não.

Nunca mais - 22 de julho de 2008

Certos episódios que marcam a existência da humanidade devem ser lembrados à exaustão para que nunca mais se repitam e que sirvam sempre para as gerações futuras como exemplos do que o ser humano pode ter de pior. Sendo assim, nada que se refira, no caso, às bárbaries praticadas pelo nazismo e muito menos de seus ideólogos, pode ser usado como exemplo comparativo para alguma coisa boa. Nada pode ter restado deste triste período que possa ser edificado nos tempos atuais, ou mesmo servir como comparação positiva. Sendo assim, como explicar a atitude do chanceler brasileiro Celso Amorim, independente se algum colega seu é ou não descendente de sobrevivente do holocausto judaíco. Não pode ter sido por inexperiência. Nem por falta de polidez, como se espera de um diplomata de carreira, que exerce portanto a diplomacia na sua verdadeira acepção do termo, que nada mais é que a habilidade para negociar ou tratar outras pessoas. Terá sido por um descuido ou por um destempero ou terá sido pela prepotência que tem caracterizado este atual governo? Para quem engoliu calado tantas desfeitas diplomáticas como por exemplo as da Bolívia X Petrobrás, ofensas de Chávez ao Congresso Nacional, etc., poderia ter evitado mais este vexame internacional.

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